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Curiosidades Que tal ficar por dentro de algumas curiosidades sobre queijos? A TIROLEZ selecionou algumas informações interessantes para você. Clique abaixo nos títulos para abrir/fechar as curiosidades: Queijo Prato e Mussarela: tradicionalmente deliciosos
O queijo prato e a mussarela são alguns dos queijos mais consumidos no Brasil. O queijo prato, por exemplo, é tipicamente brasileiro e é maturado durante 45 a 60 dias. Possui um sabor suave e levemente adocicado, além de apresentar uma forte cor amarelo ouro, devido a uma pequena adição de corante. Já a mussarela surgiu na Itália, e antigamente era fabricada apenas a partir do leite de búfala. Apresenta sabor ligeiramente ácido e cor mais esbranquiçada, além de exigir uma maturação menor, de aproximadamente 11 dias.
A grande diferença entre esses dois tipos de queijos é o teor de gordura. O queijo prato apresenta maior teor, quando comparado à mussarela (9,6g e 7,1g de gorduras totais em uma fatia, respectivamente). Porém, os dois tipos de queijo contem uma boa composição nutricional:
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. BEZERRA, J.R.M.V. (coordenação). Tecnologia da fabricação de derivados do leite / Departamento de Engenharia de Alimentos. Guarapuava : Unicentro, 2008.
2. Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Departamento de Informática em Saúde. Tabela de Composição Química dos alimentos. Extraída de: USDA Nutrient Database for Standard Reference, Release 14, 2001.
Queijo Minas, sabor suave e grandes benefícios nutricionais
O queijo minas, típico do Brasil, é obtido através da adição do coalho e, de acordo com a variação de tempo e condições de maturação, pode se apresentar em diferentes versões: queijo minas frescal, quando é realizada apenas a dessoragem, cujo sabor é bastante suave e fresco, apresentando maciez e cor branca, e o queijo minas padrão, que ocorre a maturação prolongada (aproximadamente um mês), o qual apresenta sabor um pouco mais forte, sendo sua massa mais firme e com casca amarelada.
Conheça as principais características nutricionais dos queijos minas frescal e minas padrão:
Além disso:
Os queijos minas podem ser consumidos durante os lanches ao longo do dia, ou até mesmo como ingrediente das grandes refeições.
REFERÊNCIAS
1. BEZERRA, J.R.M.V. (coordenação). Tecnologia da fabricação de derivados do leite / Departamento de Engenharia de Alimentos. Guarapuava : Unicentro, 2008.
2. Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO) - 4a. edição
3. Dietary Reference Intakes (DRIs): Recommended Dietary Allowances and Adequate Intakes, Elements, 2010
Queijos Brancos x Amarelos
Existe no mercado a crença de que os queijos brancos possuem menor teor de gordura. Isso nem sempre é verdadeiro. Existem queijos brancos que são extra gordos, como por exemplo, o Mascarpone, o Gorgonzola e o Cream cheese.
Existem os que são regularmente gordos, como o Brie, o Camembert e o Minas Padrão.
E existem os que são bastante magros, como o Cottage e o Creme de Ricota.
O Minas Frescal, por ser um queijo alta umidade, tem o seu percentual de gordura reduzido de aproximadamente 30% para aproximadamente 16% em função da presença de soro em sua massa.
Eles são brancos porque são queijos de massa crua, ou seja, no seu processo de fabricação não recebe calor.
Os queijos amarelos são queijos de massa semi-cozida ou cozida (muitos recebem corante natural – urucum) e seu teor de gordura gira em torno dos 30%.
A História do Queijo
A fabricação e o consumo do queijo estão ligados à história da alimentação humana. Tudo indica que foi por volta de 11.000 anos antes de Cristo que os homens domesticaram os primeiros animais na Mesopotâmia. Tratava-se de um tipo de ovelha que vivia ao pé das montanhas. Os homens desse tempo viviam da caça, dos cereais selvagem e do leite das ovelhas. Mas o leite, de sabor agradável e muito nutritivo, possuía, infelizmente um período de conservação limitado. Sua coagulação não tardava a alterar seu gosto e a transformar a própria estrutura do líquido. Como ele era bastante essencial num período de tanta escassez, a degustação da coalhada e a criação dos primeiros queijos frescos deve ter sido logo realizada. A descoberta do coalho natural para a transformação do leite em queijo deve ter ocorrido pelo hábido deles utilizarem estômago de animais para estocar líquidos. Assim, a renina foi também o primeiro e até hoje utilizado, coalho natural para o fabrico de queijos. De lá pra cá, o produto evoluiu em todas as partes do mundo. Pode-se dizer que cada país tem seu queijo original, que difere dos queijos produzidos em outros países por variáveis como por exemplo, tipo de fêmea animal utilizado, clima, tipo de pastagens, processos de fabricação, etc. O que é Queijo?
O que é Queijo? Queijo é um produto fresco ou maturado, obtido por coagulação e separação do soro de leite, nata, leite parcialmente desnatado, ou por uma mistura desses produtos. A fabricação do queijo se constitui num método de transformação do leite em um produto (queijo) de fácil conservação, menor volume e alto valor nutricional além de oferecer sabor agradável e ser de fácil digestão. Seu processo de fabricação e a origem do leite é que são responsáveis pela grande variedade de tipos. Fazer queijos, portanto, é muito fácil. Os ingredientes estão contidos nas próprias embalagens: Leite pasteurizado, coalho, fermentos lácticos e sal. Mas fazer um queijo com qualidade constante é muito difícil, uma vez que o leire é um produto com flora orgânica numerosa e complexa, tornando-o um produto vivo, que se modifica a cada instante sob dadas condições de luz, ar e temperatura. Esse trabalho enzimático é o responsável pelas modificações que sofre o queijo quando em processo de maturação. Queijo - Importante fonte de Cálcio
O elevado consumo de leite e derivados pelos finlandeses e a baixa incidência de câncer de cólon entre estes povos levantaram suspeitas a vários pesquisadores, que passaram a estufar a relação. A partir de então várias pesquisas foram feitas e chegou-se a uma única conclusão: o cálcio do leite ajuda a prevenir o câncer de cólon e reto no intestino. Considerada como uma das principais causas e morte no Ocidente, o câncer no intestino vem ganhando páginas e páginas de pesquisas e ocupando uma boa parte dos noticiários de televisão. Não é a toa: poucos tipos de câncer têm cura e o que se pode fazer é apenas modificar alguns hábitos para prevenir sua instalação no organismo. Nesses estudos, os investigadores chegaram à conclusão de que a absorção de 1.000 mg de cálcio por dia atenua significativamente o risco de câncer. A boa notícia é que esta quantidade de cálcio é exatamente as recomendações diárias para adultos de 19 a 50 anos e acima desta idade a dose é de 1.200 mg. A má notícia: a maioria dos brasileiros tem um déficit de 60% das recomendações de cálcio.
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